Na Mira

Polícia Civil do DF fecha a quinta casa de prostituição na Asa Norte
Polícia Civil do DF fecha a quinta casa de prostituição na Asa Norte · Imagem: Reprodução/PCDF

Além da suspeita de rufianismo, polícia investiga tráfico de drogas em endereço na CLN 305 Norte nessa quinta (1º/10)

Polícia Civil do DF fecha a quinta casa de prostituição na Asa Norte
Polícia Civil do DF fecha a quinta casa de prostituição na Asa Norte · Imagem: Source: www.metropoles.com

Fernanda Cavalcante

Polícia Civil do DF fecha a quinta casa de prostituição na Asa Norte
Polícia Civil do DF fecha a quinta casa de prostituição na Asa Norte · Imagem: Source: www.metropoles.com

02/10/2026 03:10

Reprodução/PCDF

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) chegou à quinta casa de prostituição alvo de operação da 2ª Delegacia de Polícia (Asa Norte) em pouco mais de dois meses. O estabelecimento da vez fica em uma sala comercial da CLN 305 Norte. Nessa quinta-feira (1º/10), investigadores encontraram cinco mulheres e clientes no local.

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As mulheres relataram aos investigadores que o espaço funcionava como casa de prostituição. Elas disseram que pagavam à responsável pelo uso das salas e ainda repassavam parte do dinheiro recebido pelos atendimentos.

A situação é investigada pela PCDF como possível obtenção de vantagem financeira com a prostituição de outras pessoas, conduta prevista no artigo 230 do Código Penal como rufianismo.

A prostituição em si não é crime no Brasil. O que a legislação criminaliza é, entre outras condutas, tirar proveito da prostituição alheia.

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No mesmo endereço, os investigadores também apuram suspeita de tráfico de drogas.

Cinco endereços na Asa Norte

A sequência começou em 23 de julho, quando a 2ª DP foi até um estabelecimento na região da SHCGN 704/705 Norte. Na época, os policiais investigavam uma possível exploração sexual, inclusive com suspeita de envolvimento de adolescentes.

Quase dois meses depois, em 14 de setembro, outro endereço entrou na mira: um estabelecimento na SCLN 410 Norte que funcionava sob a aparência de uma clínica de massoterapia. Na internet, o local divulgava serviços de “massagens”. Em reportagem da coluna Na Mira, o espaço foi descrito a partir de um dos serviços anunciados, batizado de “Xerecada Suprema”. Segundo a investigação, a atividade chegava a gerar cerca de R$ 1,5 mil por dia para a responsável, que foi presa em flagrante.

Quatro dias depois, em 18 de setembro, os policiais foram até um estabelecimento na SCLRN 708 Norte e cumpriram mandados de busca e apreensão.

Em 25 de setembro, a investigação chegou a outro endereço, na CLN 307 Norte. O estabelecimento, conhecido como “Show de Bola”, se apresentava na internet como espaço de massagens. Durante a operação, três mulheres foram encontradas em uma sala pequena, onde havia armários identificados com os nomes delas, roupas sujas e uma máquina de lavar. Segundo os relatos colhidos pela polícia, elas permaneciam no local enquanto aguardavam clientes.

A responsável foi presa em flagrante, conseguiu liberdade provisória e voltou a ser presa em 30 de setembro.